Uberlândia

A cidade de Uberlândia foi destaque no evento do Instituto Trata Brasil, “Casos de Sucesso - Avanços em Saneamento Básico 2015”.

Uberlândia, uma das cidades mais importantes do triângulo mineiro, há anos aparece entre as 10 primeiras cidades no ranking do saneamento básico. Em 2021, figura como a 3ª colocada.

Atualmente, o índice de coleta de esgoto na cidade é de 98,23%. Em relação ao volume de esgoto que é tratado o índice corresponde à 83,63%. Além disso, o abastecimento de água na cidade ocorre para 100% da população

Abaixo é possível identificar os indicadores de saneamento básico do município disponíveis no SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. 

Ano  Indicador de atendimento total de água (%) Indicador de atendimento total de esgoto (%) Indicador de Esgoto Tratado por água consumida (%)
2014 100 97,23 93,10
2015 100 97,23 98,00
2016 100 97,23 76,44
2017 98,38 97,24 81,92
2018 98,39 97,86 83,81
2019 100 98,23 83,63

 

O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU O DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO (Dmae), RESPONSÁVEL PELOS SERVIÇOS NO MUNICÍPIO. LEIA NA ÍNTEGRA:

Que esforços você destacaria como fatores mais importantes na gestão do saneamento local e que fizeram com que se chegasse a esta posição tão boa?
Investir em saneamento têm sido uma prioridade da Prefeitura de Uberlândia através do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae). Dessa forma, temos nos esforçados para nos anteciparmos ao desenvolvimento da cidade, garantindo infraestrutura, dinamismo e busca permanente da eficácia. Uma das iniciativas tem sido o aumento dos investimentos sobre a arrecadação.

Quais desafios e problemas vocês enfrentaram para a melhoria do saneamento básico da cidade? Como resolveram para chegar nos indicadores atuais?
Desde a criação da autarquia, o Dmae tem enfrentado desafios para alcançar a qualidade dos serviços prestados. Temos priorizado os controles do sistema, pautando e antevendo as dificuldades para garantir 100% de água potável e um tratamento do esgoto para cidade, incluindo bairros mais distantes e incorporando novas áreas no tratamento como por exemplo o bairro Morada Nova que fica a mais de 20 Km da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Uberabinha. A região passou a contar também com oito estações elevatórias.
Outro desafio é conseguir realizar investimentos, mantendo uma tarifa econômica para os moradores de Uberlândia.

Investimentos sem uma boa gestão não trazem resultados. E o oposto? É possível ter sucesso com pouco recurso financeiro?
Sim, é possível tratando cada segmento do sistema com os menores custos. Nossos maiores esforços são na eficiência, na capacitação e aplicação de tecnologias, reduzindo custos.

Que conselhos vocês dariam aos gestores e empresas operadoras de outras cidades para que consigam melhorar os indicadores de saneamento?
Consideramos muito importante um diagnóstico preciso dos pontos críticos. O envolvimento de todo o staff nos processos de melhoria, incluindo a troca de experiências. Outro ponto fundamental é o envolvimento de todos, desde o operacional até a diretoria na busca da melhor gestão para o Dmae.

 

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