Foto: Geraldo Ramos

No fim de semana foi  (12 de janeiro) comemorado o aniversário de Belém, um dos principais cartões postais do Norte do país. A capital paraense, mais conhecida por suas belezas e riquezas naturais, infelizmente enfrenta dificuldades ambientais, principalmente em relação ao saneamento básico, colocando as atividades turísticas também em risco.

Belém apresenta uma situação precária em termos de saneamento básico. Entre as 100 maiores cidades brasileiras, a capital paraense ocupa a 90ª posição, de acordo com o novo “Ranking do Saneamento nas 100 Maiores Cidades” publicado pelo Instituto Trata Brasil em 2018, em parceria com a GO Associados.

A cidade oferece serviços de água tratada a 70,41% dos habitantes, mas apenas 12,62% deles têm acesso à coleta de esgoto; somente 2,67% do esgoto gerado é tratado. O estudo considera os números oficiais do SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico – do Ministério das Cidades – ano base 2016.

Com 46,77% de perdas de água, Belém está entre as piores do Ranking nesse quesito. O indicador de perdas na distribuição mostra, do volume de água potável produzido, quanto não é efetivamente consumido pela população. A perda média entre as 100 cidades é de 38,01%.

Entre 2011 e 2016, Belém investiu em água e esgotos 240,23 milhões do que foi arrecadado com esses serviços.

Em outro post falamos dos benefícios da expansão do saneamento básico, se quer conferir, clique aqui.

Para saber dados de outras cidades, entre em nosso site: AQUI

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Belém comemora 403 anos, porém com deficiências em saneamento

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