Via: atelier olschinsky

No Brasil 35 milhões de pessoas não têm acesso à água potável e 100 milhões de pessoas, quase metade da população, não têm conexão com rede de coleta de esgoto. O resultado é assustador: cerca de 6 mil piscinas olímpicas cheias de esgoto são jogadas por dia na natureza, quando deveriam ser coletadas e levadas para estações de tratamento.

Além de gerar doenças que provocam muitas mortes em crianças, a falta de saneamento básico é uma das principais causas de poluição dos nossos córregos e rios.

Ainda que o saneamento básico ganhado mais notoriedade a partir de 2007 devido a Lei de Diretrizes Nacionais (LDSN), definindo as diretrizes dos conjuntos dos serviços de infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais. No entanto, os investimentos e obras no país avançaram pouquíssimo, colocando em cheque a universalização dos serviços, previsto tanto na LDSN, quanto no Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), promulgado em 2013.

Vale lembrar que a falta de saneamento acarreta problemas variados, tanto na área social quanto à saúde pública. Outros setores também são afetados, como: mercado de trabalho, setor imobiliário, a educação e o turismo.

Em algumas postagens anteriores citamos 20 piores e as 20 melhores cidades no Ranking do Saneamento 2018, os dois posts apresentam os dois lados da moeda e como as cidades chegaram ao nível demonstrado. O estudo foi baseado nos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) – ano base 2016, caso sua cidade não esteja no Ranking do saneamento, você pode conferir no site do Ministério das Cidades.

Quer saber se sua cidade vai mal ou bem? Confira as informações da cartilha desenvolvida pelo Instituto Trata Brasil!

Confira a cartilha na íntegra:

 

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Sua cidade vai mal ou bem em saneamento básico?

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