Segundo balanço feito pelo presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, à rádio Band News FM, a situação do esgotamento sanitário no país pouco evoluiu em 2015 com os baixíssimos investimentos. Vale lembrar que menos da metade dos brasileiros estão conectados as redes de coleta de esgoto, e apenas 39% desses resíduos são tratados. Além disso, há mais de 30 milhões de pessoas sem acesso a água tratada no país, ou seja, muitos ainda vivem sem um direito fundamental e básico – o saneamento básico.

“Podemos dizer que o saneamento realmente vive uma fase melhor de 2007 pra cá, mas ainda estamos muito distantes da nossa meta de implantar água tratada e esgotos a fim de atingir todos os brasileiros, nem metade da população brasileira ainda tem coleta de esgoto e mais da metade de esgoto do país não é tratado, então temos avanços, mas ainda estamos ainda muito distantes”, ressalta o presidente do Trata Brasil.

Ainda para o presidente da OSCIP, o Brasil precisa de 300 bilhões e é preciso de financiamentos do Governo Federal, Caixa Econômica, Fundo de Garantia, BNDES, iniciativa privada, bancos estrangeiros e isso ainda é pouco para o tamanho do desafio. “Um desafio muito grande e também não é só o desafio de ter o recurso, é conseguir usar o recurso”, finaliza Édison.

É importante uma infraestrutura sem cortes orçamentários, e, além disso, conscientizar e informar às pessoas sobre o saneamento básico e seus impactos nas diversas áreas da vida, como saúde, educação e cidadania.

 

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Balanço aponta que saneamento básico continua ruim no Brasil

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